ORDENS SISTÊMICAS

ORDENS SISTÊMICAS

Mais um artigo produzido por meus alunos. Esse é da Alexandra e Elaine. As meninas mandaram muito bem falando sobre as “Ordens Sistêmicas”

BORGES, Alexandra Medeiros; CASADEI, Elaine

                     “As Ordens do Amor são forças dinâmicas e articuladas que sopram e revoluteiam em nossas famílias ou relacionamentos íntimos. Percebemos a desordem que sua turbulência nos causa como as folhas percebem o redemoinho – sob a forma de sofrimento e doença. Em contra partida, percebemos seu fluxo harmonioso como uma sensação de estar bem no mundo.”                                                                            Bert Hellinger

 

Hellinger desenvolveu o conceito das ordens do amor, como sendo a consciência que liga os membros de um sistema, ou consciência de clã. As ordens sistêmicas são forças que atuam sobre a consciência do grupo e que quando não são respeitadas criam os emaranhamentos sistêmicos causadores de diversos problemas (BRAGA,2011). Hellinger coloca que quando essa ordem é restaurada se tem alívio, paz e possibilidades de fazer algo em conjunto. O autor coloca que essas ordens são reveladas e não impostas através do trabalho de constelação familiar (HELLINGER, HOVEL, 2004).

Essas ordens ou leis quando estão sendo ignoradas e causam grandes conflitos e dores em escala individual e coletiva.

         Hellinger afirma que penetrar as Ordens do Amor é sabedoria. Segui-las com amor é humildade” (HELLINGER,1998  )

As ordens sistêmicas ou do amor referem-se a três princípios básicos: pertinência, hierarquia e equilíbrio.

  1. Pertinência: O direito de pertencer

         Hellinger coloca que cada membro da família tem o mesmo direito de pertinência. Para o autor essa é uma ordem básica e seguindo esse princípio aqueles que pertencem a um sistema têm o direito de pertencer a esse sistema e têm o mesmo direito que todos os outros. Hellinger afirma que quando coloca isso não está se referindo por exemplo ao que é defendido no cristianismo, mas sim o que mostrou a existência e eficácia nas constelações familiares. Segundo o terapeuta quando essa lei é respeitada coisas boas surgem e se origina o bem. Porém quando há desrespeito as pessoas entram em crise ou adoecem. No livro “Constelações familiares: o reconhecimento das ordens do amor, “Hellinger cita o exemplo de uma pessoa que tinha sido desprezada e excluída e ao ser incluída todos do campo se sentiram aliviados. Nesse caso se a pessoa continuasse excluída seria mais tarde imitada por outro membro do sistema, sem que este tivesse conhecimento. Para Hellinger essa ordem age, independentemente da pessoa ter consciência ou não (HELLINGER, HOVEL, 2004).

         Hellinger coloca que independente do que uma pessoa faça de reprovável ou condenável ela continua tendo o direito de pertencer ao sistema familiar. O direito de pertencimento transcende a moral de merecimento. Suas atitudes podem diminuir sua proximidade ou credibilidade, mas não extraem o seu direito de pertencer (Hellinger,1998). Por essa razão se algum participante é excluído, desconsiderando seu direito primário de pertencer ao grupo, este tende a ser representado posteriormente por algum outro participante; tornando-se destino para alguma outra pessoa do grupo. O integrante da família que representa esse que foi excluído tende a fazer isso devido uma “pressão sistêmica” com finalidade de restaurar o equilíbrio interno do grupo. Essa pessoa inconscientemente passa a realizar as funções que o excluído exercia na dinâmica do todo (DIAS, 2014).  Com relação a isso Hellinger afirma:

 “A identificação é como uma compulsão sistêmica da repetição. Tenta recriar e reproduzir o passado para fazer justiça a uma pessoa excluída. Essa justiça, porém, é primitiva e cega: não traz solução. Segundo sua dinâmica, pessoas que vem depois se enredam no destino de uma pessoa que veio antes. Ainda que seus atos sejam motivados pelo amor, elas assumem uma responsabilidade inadequada. Uma pessoa que vem depois nada pode fazer pela que veio antes, depois do fato consumado. Essa justiça retroativa apenas mantém, indefinidamente, o desequilíbrio sistêmico” (HELLINGER, 1998).

 

  1. Hierarquia: A ordem de precedência

A ordem da hierarquia coloca que quem chega primeiro tem precedência sobre quem chega depois.

A hierarquia tem a ver com a ordem nas posições, ou seja, com o lugar que cada um ocupa. A consciência coletiva de certa forma coloca que o todo é mais importante do que a soma de suas partes e assim sendo exige reparação quando essa ordem não é executada. Assim, quando os indivíduos não ocupam os seus lugares podemos perceber possíveis emaranhamentos tanto nas famílias quanto nas organizações (BRAGA, 2011).

Por exemplo, os pais têm precedência com relação aos filhos e o relacionamento deles como casal tem precedência com relação à paternidade.

O que significa isso, que os pais vêm antes dos filhos?

Os pais precisam se colocar em primeiro lugar, assim os filhos sentem que tudo está em ordem. Quando os pais tentam se igualar aos filhos, por exemplo através de camaradagem, ou não fazendo valer sua superioridade e precedência, isso pode ter efeitos negativos sobre os filhos. Eles se sentem inseguros e sem liberdade (HELLINGER, HOVEL, 2004).

No ambiente escolar quando os filhos se consideram maiores que seus pais na família isso pode gerar o não reconhecimento do lugar do mestre provocando sofrimento tanto nos alunos quanto nos professores emaranhados com essa ordem sistêmica (BRAGA, 2011).

 

  1. Lei do equilíbrio: necessidade de equilíbrio entre o dar e o receber

 

Existe uma necessidade de compensação entre perdas e ganhos entre dar e receber atuando em todos os níveis de forma consciente ou não (BRAGA, 2011).

Quando uma pessoa faz um benefício para outra, esta segunda sente-se em dívida e tende a compensar a benfeitoria com outro um pouco maior. Se a que recebeu agir da mesma forma procurando compensar com um bem um pouco maior do que o que auferiu, cria-se uma crescente troca positiva entre estas pessoas através da necessidade de equilíbrio. Hellinger coloca que o mesmo ocorre quando alguém comete um mal contra outra pessoa. Nesse caso também surge uma necessidade de compensação, que se posta em ação com um mal um pouco maior do que o sofrido cria-se um conflito que se agrava a cada agressão. Neste caso, ele recomenda que a vingança seja cometida com um mal um pouco menor que o sofrido para que se quebre a dinâmica que criaria no outro a necessidade de rebater mais uma vez, com um mal ainda maior (HELLINGER, 2005).

Quando não há equilíbrio entre dar e receber uma das partes se sente em dívida ficando a necessidade de pagar algo para reequilibrar. A dívida pode funcionar como um fantasma transformando-se em sentimento de culpa atuando sem que se perceba a origem. A parte que recebeu pouco pode se sentir injustiçada e pode se sentir uma vítima eterna transformando sua vida em verdadeira pobreza (BRAGA, 2011).

Referências bibliográficas

 BRAGA, Ana Lucia de Abreu. Constelações familiares: relatos de conflitos e soluções. Ribeirão Preto, 2011.

DIAS, Cristiana Kaipper. As contribuições da teoria sistêmica de Bert Hellinger para a compreensão das relações humanas e resolução de conflitos. C&D-Revista Eletrônica da Fainor, Vitória da Conquista, v.7, n.1, p.3-17, jan./jun. 2014.

HELLINGER, Bert. A simetria oculta do amor: por que o amor faz os relacionamentos darem certo. São Paulo: Cultrix, 1998.

HELLINGER, Bert; TEN, Hövel G. Constelações familiares: o reconhecimento das ordens do amor. São Paulo: Cultrix, 2004.

HELLINGER, Bert. Conflito e Paz: uma resposta. São Paulo: Cultrix, 2005. 

DESPERTANDO PARA A FENOMENOLOGIA E CONSTELAÇÕES SISTÊMICAS

DESPERTANDO PARA A FENOMENOLOGIA E CONSTELAÇÕES SISTÊMICAS

Partindo do princípio, de que o conhecimento, bem como, informações sobre determinado tema necessita ser apreendido e compreendido internamente para então, tornar-se ação ou comportamento externo, o presente texto acerca do estudo sistemático sobre as Constelações Sistêmicas fundamentadas no trabalho de Bert Hellinger, inicia-se com as primeiras participações em grupo de Constelações Sistêmicas no IAP, na cidade de Campo Grande/MS, com os profissionais Dilson Lima e Olga Lima.

Este primeiro movimento aconteceu em maio de 2014, em que pude conhecer e tomar percepção de que existiam as “ordens do amor”, fomentadas nos trabalhos de Bert Hellinger[1], cujo conteúdo desconhecia, pessoalmente, até então.

Como aprendiz que começa a descobrir o novo, e torna-se sedento de mais informações, para a transformação pessoal, participar do grupo de Constelações, que agora denominarei Grupo IAP, me permitia descobrir, aprender e reflexionar as questões internas sobre as relacionamento pais e filhos, relacionamento de casal, compreender as três leis do amor: pertinência, hierarquia e equilíbrio entre dar e receber.

Estes encontros, me possibilitavam leituras sobre o campo dos que constelavam seus temas/questões no grupo, e prontamente aprendi que o julgamento deve ser neutro aqui, para “estar a serviço do campo”.

Em todos os encontros que estive presente, aprendia mais, “pegava carona” em algumas constelações e senti a necessidade de buscar a formação, possibilitada pelos profissionais. E assim, no segundo semestre de 2014, iniciei o primeiro curso de Formação em Constelações Sistêmicas, participando do módulo “Movimento do Espírito”, e posteriormente, o módulo “Pedagogia Sistêmica”.

As aulas, bem como as primeiras experiências com o grupo de alunos dos professores Dilson Lima, Olga Lima e ainda, Ana Lucia Braga, foram muito importantes para minha caminhada, considerando ainda, meu momento pessoal naquele ano.

 

Despertando para a Fenomenologia e as Constelações Sistêmicas

De acordo com leituras prévias, de apostilas, aulas expositivas, e ainda pesquisas realizadas na web, sobre a Fenomenologia:

Fenomenologia é o estudo de um conjunto de fenômenos e como se manifestam, seja por meio do tempo ou do espaço. É uma matéria que consiste em estudar a essência das coisas e como são percebidas no mundo.

A palavra fenomenologia surgiu a partir do gregophainesthai, que significa “aquilo que se apresenta ou que se mostra”, e logo é um sufixo que quer dizer “explicação” ou “estudo”.

Na psicologia, a fenomenologia baseia-se em um método que busca entender a vivência dos pacientes no mundo em que vivem, além de compreender como esses pacientes percebem o mundo a sua volta.

O conceito da fenomenologia foi criado pelo filósofo Edmund Husserl(1859-1938), que também trabalhava como matemático, cientista, pesquisador e professor das faculdades de Göttingen e Freiburg imBreisgau, na Alemanha.[2]

E ainda,

A Fenomenologia orienta o seu olhar para o fenômeno, ou seja, na relação sujeito-objeto (ser-no-mundo). Isso, em última análise, representa o rompimento do clássico conceito sujeito/objeto.

Assim, Heidegger começa a nos apresentar um novo modo de conhecer as coisas do mundo, diferente do modo metafísico. Na verdade, estamos “treinados” a conhecer o mundo de uma única forma (modo metafísico), por esta razão, compreender o mundo fenomenologicamente torna-se uma tarefa complexa.

Por seu próprio modo de ser, não existe um caminho sistemático de aprendizagem da postura fenomenológica, a não ser pela exaustiva leitura das obras de seus diversos autores. [3]

Conclui-se, desta forma, que a Fenomenologia permite ao estudioso, ou ainda, como ensina Bert Hellinger, em Ordens da Ajuda aos “ajudantes” estudar, compreender algo mais profundo, para além do homem, percebendo, ampliando os sentidos sobre o mundo, sobre a vida. Conhecer a essência da realidade, em que se observa a alma e seus movimentos, para além de sua aparência.

O que nos possibilita a Fenomenologia é estudar, ler, aprofundar aquilo que se mostra e que se permite analise e percepção por parte de quem vê e/ou ouve, ao outro, bem como as relações e personagens pertinentes ao seu campo sistêmico.

Constelações Sistêmicas, designa o movimento terapêutico desenvolvido por Bert Hellinger, que possibilita olhar para questões do cliente com a participação do constelador (ou ainda, ajudante, para o autor, em Ordens da Ajuda) o qual pode ser desenvolvido em grupo e individual, sendo este segundo com uso de diferentes suportes, tais como: bonecos, pequenos tocos de madeira, brinquedos, figuras geométricas.

Na atividade da constelação, o ajudante está a serviço do campo, posiciona sua atenção, percepção, compreensão, sem julgamentos, sem expectativas, destituído e aberto ao que se revela, através das ações dos representantes, bem como os movimentos destes. A exposição da questão trazida pelo constelado, possibilita olhar para o sistema familiar, esta rede complexa de relacionamentos de onde recebemos e transmitimos emoções, comportamentos e crenças, por várias gerações da família.

O cliente configura o sistema familiar, através de representantes, os quais, sem informações prévias, expressam sentimentos, sintomas e movimentos. Os representantes manifestam o essencial e estão a serviço do campo; o constelador utilizando-se da mente expandida lê a constelação formada, espacial e fisicamente configurada e também, disponível ao campo que ao sistema maior interage, coloca ordem as relações, ajudando o cliente e representantes utilizando se de “frases de solução”, as quais são únicas, para cada constelação. Na constelação todos estão atuando em algo muito mais amplo, referimos assim, ao sistema familiar.

Assim, a Constelação Sistêmica, favorece aquele que busca ajuda de um constelador, seja por meio de atendimento individual ou em grupo, olhar o campo morfogênico da família a qual pertence, para além do se revela no cotidiano. A constelação, os representantes, o constelador, são, como agentes de transformação e conhecimento aprofundado da realidade da pessoa. A Fenomenologia em consonância com este trabalho, possibilita conhecer e aceitar os que vieram antes, despojar-se de julgamentos, e empoderar-se das ordens, agindo em consonância com as mesmas, o que nos faz acreditar que podemos fazer diferente, conhecendo o passado. Tomar aquilo que recebemos de nossos pais e ancestrais, com aceitação e plenitude, tomarmos de nossos pais, o que nos podem dar, amor, sabedoria, vida…

Aprender que existem ordens do amor que nortearão sentimentos, pensamentos e ações. A vida se mostra, depois de uma constelação muito mais plena e imensamente cheia de possibilidades de sucesso, de realizações.

Roberta Alves

robertissima_cg@hotmail.com

Aluna do Curso Vivencial Treinamento em Constelações Sistêmicas.

[1] Bert Hellinger, Ordens da ajuda.

[2]http://www.significados.com.br/fenomenologia/

[3] Emanuelle Coelho, Apostila Curso Vivencial/ALB/2016. Ribeirão Preto/SP.

Desabafo: constelação familiar é religião?

Desabafo: constelação familiar é religião?
Por Ana Lucia Braga

Esse é um texto que já deveria ter escrito. Pensei que a fase dos conflitos e confrontos já havia passado em minha vida e que talvez um texto como esse pudesse provocar a sensação de conflito, confronto. Contudo, não é essa minha intenção.
Tenho clientes e alunos. Sou Formadora, professora desde sempre. E talvez, por essa razão, grite mais forte dentro de mim a necessidade de escrever.
Não sou espírita. Nem católica, nem evangélica. Não frequento nenhum templo. Não tenho religião. No entanto, sou profundamente religiosa. Oro, rezo, medito, na mais humilde crença de que Deus, Pai, Senhor, me ouve e me abençoa.
Trabalho com constelações sistêmicas: familiares, educacionais, organizacionais. E amo meu trabalho. Como intervenção terapêutica, terapia brevíssima, busco atender pessoas, não religiões. E atendo pessoas de todos os credos, e tenho alunos evangélicos e católicos.
E reconheço o tamanho do poder desse trabalho.
Vivo no Brasil, um país católico, evangélico, macumbeiro, umbandista, candomblecista, budista, espírita. E, especialmente nos grandes centros urbanos, encontramos famílias, pessoas de outras tantas religiões.
Pergunto: quais delas são reencarnacionistas?
Quantas pessoas, apesar do grande sincretismo religioso no Brasil, acreditam em vidas passadas e reencarnação? Acreditam, sim, pois religião é crença. E crença é um ato de fé. É verdade parcial, não pode ser universalizada, dada a diversidade de seres humanos existente neste planeta.
Não tenho números precisos, mas sabemos, até por pesquisas do IBGE, que aqui neste país, a população evangélica cresce imensamente, a cada ano. Estima-se que hoje, mais de 26% da população brasileira seja evangélica. Somados a outros não reencarnacionistas, talvez mais de 1|3 da população do país (e do mundo) não cre em vidas passadas.
Meus sentimentos, nesse momento, são de tristeza e decepção. Um trabalho tão sério, tão curador… preconizamos o restabelecimento do fluxo amoroso em todos os sistemas. O fluxo amoroso entre a alma individual e a alma coletiva através das Ordens do Amor. E elas envolvem a Lei da Hierarquia, do Equilíbrio e da Pertinência. Pertinência quer dizer que quando há exclusões, há sofrimento. Que ninguém pode ficar de fora. Que todos têm o direito de fazer parte.
Assumir uma postura reencarnacionista não seria promover a exclusão?
A quem servimos?
Emaranhamento quer dizer não localidade. O que quer dizer que simplesmente não precisamos saber de onde o grande sofrimento vem. Temos a ressonância mórfica de Rupert Sheldrake para nos ancorar nesse sentido. A Epigenética, a lealdade e os envolvimentos sistêmicos, a linguagem da física quântica… portanto, para quê colocar as constelações no campo do espiritismo? Para quê dizer que “isso é de vidas passadas”?
Essa linguagem agrega ou desagrega?
Segrega?
Inclui ou exclui?
Une o que está separado ou separa ainda mais?
Falar de processo energético, de movimentos do espírito, de consciência espiritual, de consciência, entre tantas outras palavras possibilitadoras de grandes aprendizados, nas constelações, não seria suficiente para trazer ao cliente as informações necessárias, o que ele realmente necessita para a ação, para a resolução, para a cura, a tomada de consciência?
Dizer, no entanto, que se trata de problemas relacionados a vidas passadas está a serviço de quem? De que?
O que será do Campo das Constelações?
O passado nos interessa sim. É com ele que estamos emaranhados.
E para não me alongar mais, penso ser lamentável a inserção das constelações familiares no campo do espiritismo ou de qualquer outra religião.

Como disse, esse é apenas um desabafo.

Foto: Cesar Mulati
Setembro de 2016.

A imagem pode conter: atividades ao ar livre

WORKSHOP DE CONSTELAÇÕES SISTÊMICAS EM RIBEIRÃO PERTO – SP

054 VO (LR)(PHT)(FC) ISISAs lealdades sistêmicas fazem com que nos conectemos inconscientemente com nossos ancestrais. Por Amor a eles, muitas vezes vivenciamos vidas pesadas, cheias de amarguras e infelicidades. São as misérias ancestrais presentificadas por nós.
Há solução:
WORKSHOP DE CONSTELAÇÕES SISTÊMICAS
Sábado, dia 13, das 9 às 17 horas.
No Espaço Terapêutico Ísis: Rua Abrão Caixe, 566 – Esquina com Rua Dr. Paulo Barra, 1404 – Jardim Irajá – Ribeirão Preto – SP
Telefones: 16-30215490 – 32353339

Foto: Vó Angelina, por Cesar Mulati

CONSTELAÇÃO SISTÊMICA COMO FERRAMENTA PARA CONTRATAÇÃO DE FUNCIONÁRIOS

CONSTELAÇÃO SISTÊMICA COMO FERRAMENTA PARA CONTRATAÇÃO DE FUNCIONÁRIOS

1

(Pai adolescente. Mãe adolescente. Empresa anterior adolescente. Clínica adulta. Candidata criança.)

Constelação Sistêmica é uma abordagem terapêutica, também chamada de terapia brevíssima pois, em uma sessão, é capaz de trazer luz e solução a problemas de diversas ordens.

Entende-se que os maiores problemas da vida de um ser humano tem sua origem em sistemas anteriores dos quais faz parte, especialmente de sua família.

Situações não resolvidas, eventos traumáticos, lutos não feitos, situações que trazem pesos para as pessoas, exclusões, em geral influenciam as gerações futuras. As lealdades sistêmicas e o amor, fazem com que aqueles que vêm depois, carreguem uma necessidade de resolver, compensar, incluir, mesmo que o façam, inconscientemente, com seu sofrimento pessoal.

Existem Ordens que atuam dentro de todos os sistemas. As mais importantes são pertinência, hierarquia e equilíbrio. Quando situações vivenciadas pelas pessoas desrespeitam essas Ordens, cria-se emaranhamentos para aqueles que chegam a posteriori.

As empresas também se beneficiam deste método. Empresas ou Organizações são sistemas que contém outros sistemas como, por exemplo, a família de cada um dos integrantes da empresa, assim como todos os outros elementos que podem compor uma empresa (produto, clientes, funcionários, equipe, departamentos, entre tantos outros).

As Constelações Sistêmicas trabalham com o sofrimento das pessoas e também com sofrimentos e conflitos de empresas. Pode-se constelar o lançamento de um produto, ou o fracasso de um projeto, ou a dificuldade financeira, por exemplo. Pode-se constelar uma equipe, um departamento, um funcionário que não está bem na empresa. E pode-se, ainda, utilizar esta ferramenta para a seleção de funcionários.

Recentemente, lancei mão das Constelações para selecionar uma funcionária. Além de uma entrevista, da apresentação da Clínica e do trabalho, sugeri que as candidatas escrevessem um breve texto sobre sua experiência no trabalho anterior, sua relação com sua mãe e suas expectativas em relação à nova empresa – a Clínica (Espaço Terapêutico Isis).

Entrevistei 10 candidatas. E o resultado foi interessante.

Trabalho com as constelações individuais com figuras de diversos tipos. Neste trabalho específico utilizei as figuras de madeira. As quadradas representam os homens e as redondas as mulheres. Há figuras de quatro tamanhos: as menores de todas representam os bebês. As pequenas, as crianças; as médias, os adolescentes. E as grandes, os adultos.

Olhando a configuração das figuras na constelação, dentro do campo de percepção, junto às candidatas, perguntas simples vieram a mente: Como contratar alguém que representa a empresa onde deseja trabalhar como criança, seguida dela (a candidata) também criança, com a empresa anterior adulta e os pais adolescentes?

Quais as consequências em se contratar alguém cuja constelação só tem crianças e um adolescente que seria a empresa onde se deseja a vaga? E alguém que não consegue reconhecer que há uma ordem mínima: “Clínica adulta. Mãe e pai crianças. Candidata adolescente. Empresa anterior adolescente.” E ela maior que os pais… “Clínica criança. Ela criança. Pai adolescente. Mãe adolescente. Empresa anterior criança.”

O material é vasto, mas tomarei apenas algumas observações sobre ele. Poderia relacionar a configuração com o texto em diversos aspectos: o lugar e o tamanho do trabalho anterior comparados com o novo trabalho. O lugar e o tamanho da própria candidata na constelação, onde fica a família de origem, o tamanho dos pais em relação à candidata… No entanto, abordarei apenas alguns aspectos. Por exemplo a relação com a mãe x configuração.

Depoimentos de conflitos com a mãe, de brigas (“não nos damos bem”, “brigamos muito”, “ela é uma pessoa muito difícil”) convergiram com a configuração das candidatas. E, segundo Bert Hellinger, sistematizador do trabalho de Constelações Sistêmicas, dificuldades com a mãe podem impedir o sucesso profissional e, portanto, dificultar as relações com o trabalho.

As candidatas 6 e 7 colocaram a mãe como última na constelação, além de escolherem uma figura de criança para representar essa mãe.

Uma candidata representa primeiramente a empresa anterior, onde trabalhou, como adolescente masculino, a Clínica, empresa onde pretenderia atuar que tem o nome fantasia de Espaço Terapêutico Isis, com uma figura adulta masculina; a Mãe adolescente, o Pai adolescente e Ela também adolescente. Algo interessante ocorre aí. Em seu texto, a candidata faz algumas observações sobre a mãe, (é resignada, foi muito poupada na juventude), mas diz que tem uma relação de amor e respeito por ela. Coloca uma figura adolescente para essa mãe. E o mais interessante é que na configuração, até mesmo na fotografia, apesar das duas figuras (dela e da mãe) terem o mesmo tamanho – duas adolescentes -, vê-se que a última figura da constelação, a candidata, filha, mostra-se maior que a mãe. Como contratar com confiança alguém que julga e se coloca maior que a mãe? E ainda coloca uma figura masculina para o trabalho, um Espaço que é completamente feminino?

A candidata escolhida foi a que disse sentir um profundo respeito pela mãe e ter por ela uma amizade enorme, uma união, uma relação “a melhor possível”.

A configuração dessa candidata apontou também o seu lugar na Ordem. Sua configuração: o Pai, a Mãe, com figuras que representam adolescentes, o trabalho anterior como adolescente masculino, a Clínica como mulher adulta e ela como criança. Verbalizou, após a configuração, ser realmente a última. E, dada a importância do trabalho atual, escolheu para a Clínica, a maior de todas as figuras da constelação. Disse, ainda, que, por ser aspirante à vaga, deveria se colocar por último e ser menor que todos, inclusive seus pais que são e serão sempre os primeiros. E assim é.

2

(Clínica criança. Empresa anterior criança. Candidata adolescente. Mãe adulta. Pai adulto).

3

(Pai adolescente. Mãe adolescente. Empresa anterior adolescente. Clínica adulta. Candidata criança.)

4

(Empresa anterior adolescente. Clínica adulto. Mãe adulta. Pai adulto. Candidata adolescente.)

5

(Candidata criança. Empresa anterior adulta. Clínica criança. Pai adolescente. Mãe adolescente.)

6

(Pai criança. Empresa anterior adolescente. Candidata adolescente. Clínica adolescente. Mãe adolescente).

7

(Candidata criança. Empresa anterior criança. Clínica adulta. Pai adolescente. Mãe adolescente.)

8

(Clínica criança. Candidata criança. Pai adolescente. Mãe adolescente. Empresa anterior adolescente.)

9

(Candidata adulta. Empresa anterior adolescente. Clínica adolescente. Pai adolescente. Mãe adolescente)

10

(Mãe adulta. Pai adulto. Empresa anterior adulto. Clínica adulta. Candidata adolescente.)

CURSO DE GENOGRAMA E BIOGRAFIA EM RIBEIRÃO PRETO

943965_1687471868189387_5819059012204289255_nCURSO DE GENOGRAMA E BIOGRAFIA NA ABORDAGEM SISTÊMICO FENOMENOLÓGICA

14 encontros

Em Ribeirão Preto, no Espaço Terapêutico Ísis, início em 14 de Abril de 2016

Em Franca, no Espaço Shakti – início 04 de Março de 2016 (Ainda dá tempo para novos alunos)

Aprendizado profundo sobre a família, sua história, seus traumas e repetições.

Aprendizado profundo sobre sua própria história pessoal, seus traumas e possibilidades.

Passos do trabalho:
– Pesquisar
– Representar no Papel
– Escrever
– Constelar

Constelar o Genograma: Ressonância Mórfica

Constelar os setênios: Autorressonância

Genograma: é uma Representação Gráfica e Simbólica da Família, Como em uma Constelação Familiar , Nele São Representados o Grau de Parentesco, Padrões de Comportamentos e Entre Tantos Outros Aspectos; Padrões Sistêmicos de Funcionamento de Uma Família .
Com o Auxilio das Constelações Familiares , dos Movimentos Sistêmicos e a Partir das Informações que vão Sendo Geradas por essa Poderosa Ferramenta, é Possível Crias Movimentos Curadores no Âmbito da Família.

 Vagas Limitadas
 Contato: Franca:

Clínica de Terapia Alternativa e Estética Espaço Shakti  – Endereço: Rua Palmeiras, 1700 – Vila Flores, Franca – SP, 14400-370
Telefone:(16) 3723-0888
Ribeirão Preto:
Espaço Terapêutico Ísis – Rua Abrão Caixe, 566 esquina com Rua Dr. Paulo Barra, 1404 – Jd Irajá

Telefones: (16) 30215490 – 32353338 – 32353339

CURSO DE GENOGRAMA E BIOGRAFIA

Datas do curso em Ribeirão Preto:
Quintas feiras, das 18 às 20 horas.
Abril
14 – 28
Maio
12 – 26
Junho
09 -23
Julho
07 – 28
Agosto
11-25
Setembro
08-22
Outubro
06-20

Investimento:
200 reais por mês.

CURSO DE GENOGRAMA E BIOGRAFIA

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CURSO DE GENOGRAMA E BIOGRAFIA NA ABORDAGEM SISTÊMICO FENOMENOLÓGICA

14 encontros

Em Franca, no Espaço Shakti – início 04 de Março de 2016

Em Ribeirão Preto, no Espaço Terapêutico Ísis, início em Abril de 2016

Aprendizado profundo sobre a família, sua história, seus traumas e repetições.

Aprendizado profundo sobre sua própria história pessoal, seus traumas e possibilidades.

Passos do trabalho:
– Pesquisar
– Representar no Papel
– Escrever
– Constelar

Constelar o Genograma: Ressonância Mórfica

Constelar os setênios: Autorressonância

Genograma: é uma Representação Gráfica e Simbólica da Família, Como em uma Constelação Familiar , Nele São Representados o Grau de Parentesco, Padrões de Comportamentos e Entre Tantos Outros Aspectos; Padrões Sistêmicos de Funcionamento de Uma Família .
Com o Auxilio das Constelações Familiares , dos Movimentos Sistêmicos e a Partir das Informações que vão Sendo Geradas por essa Poderosa Ferramenta, é Possível Crias Movimentos Curadores no Âmbito da Família.

 Vagas Limitadas

 Contato: Franca:

Clínica de Terapia Alternativa e Estética Espaço Shakti  – Endereço: Rua Palmeiras, 1700 – Vila Flores, Franca – SP, 14400-370
Ribeirão Preto:

Espaço Terapêutico Ísis – Rua Abrão Caixe, 566 esquina com Rua Dr. Paulo Barra, 1404 – Jd Irajá

Telefones: (16) 30215490 – 32353338 – 32353339

CURSO DE FORMAÇÃO EM CONSTELAÇÕES SISTÊMICAS DE ANA LUCIA BRAGA

CURSO DE FORMAÇÃO EM CONSTELAÇÕES SISTÊMICAS DE ANA LUCIA BRAGA

CURSO VIVENCIAL TREINAMENTO EM CONSTELAÇÕES SISTÊMICAS FAMILIARES, ORGANIZACIONAIS E PEDAGÓGICAS

INÍCIO DA TURMA V – JUNHO DE 2016

12743731_1687471901522717_3627581192042397067_n12745943_1687471701522737_5643485147922669422_n12670917_1687471531522754_4918253981733248793_n

MÓDULO I – Introdução às Constelações Sistêmicas
JUNHO – Sábado, dia 04 e Domingo, dia 05

MÓDULO II – Tipos Básicos de Envolvimentos Sistêmicos
JULHO – Sábado e Domingo, dias 02 e 03

MÓDULO III – Relacionamento de Casal I
AGOSTO – Sábado e Domingo, dias 06 e 07

MÓDULO III – Relacionamento de Casal II
SETEMBRO – Sábado e Domingo, dias 03 e 04

MÓDULO IV – Atitude Terapêutica
NOVEMBRO – Sábado e Domingo, dias 05 e 06

MÓDULO V – Constelação Sistêmica Organizacional
DEZEMBRO – Sábado e Domingo, dias 03 e 04

MÓDULO V – Constelação Sistêmica Organizacional
FEVEREIRO – Sábado e Domingo, dias 04 e 05

MÓDULO VI – Pedagogia Sistêmica
MARÇO – Sábado e Domingo, dias 04 e 05

MÓDULO VII – Constelação com Crianças
MAIO – Sábado e Domingo, dias 06 E 07

MÓDULO VIII – Evolução do Trabalho de Hellinger
JUNHO – Sábado e Domingo, dias 03 e 04

MÓDULO VIII – Evolução do Trabalho de Hellinger
AGOSTO – Sábado e Domingo, dias 05 e 06

MÓDULO IX – Atendimento Individual I
SETEMBRO – Sábado e Domingo, dias 02 e 03

MÓDULO IX – Atendimento Individual II
OUTUBRO – Sábado e Domingo, dias 07 e 08

MÓDULO X – Trabalhos Práticos
NOVEMBRO – Sábado e Domingo, dias 11 e 12

Início
04 de JUNHO de 2016

Horários
Sábados e domingos, quatorze horas por final de semana, em 14 encontros que acontecerão no decorrer de 18 meses, perfazendo 196 horas-aula.

Investimento
R$ 400,00 mensais

Sendo o módulo no sítio: R$ 400,00 mensais + R$ 165,00 de hospedagem e alimentação.
Todos os módulos realizados no sítio incluem café da manhã, refeições e coffeebreaks.
Por enquanto, os módulos estão sendo realizados na Clínica, em Ribeirão Preto e também no sítio, de modo alternado.

Objetivos
Instrumentalizar o aluno do Curso de Formação em Constelação Sistêmica em seu desenvolvimento e formação pessoal;
Instrumentalizar o profissional na aplicação da técnica de Constelações Sistêmicas, segundo Bert Hellinger;
Outros ver no site:
www.analuciabragaconstelacao.com.br

O Curso
A V turma do Curso Vivencial e Treinamento em Constelação Sistêmica terá início em 04 de Junho de 2016, em Ribeirão Preto, no Espaço Terapêutico Isis.
Constelação Sistêmica é uma abordagem terapêutica através da qual torna-se possível identificar e solucionar problemas e conflitos de pessoas, empresas e organizações. Vem da compreensão Sistêmica Fenomenológica, que preconiza que todo indivíduo é integrante de um sistema, e como tal, sofre influências de outros membros do sistema.
Nas Constelações Sistêmicas, configurando a família através de representantes, é possível que se restabeleçam as “Ordens do Amor”, que são as Leis que atuam em todos os sistemas, trazendo solução às dinâmicas familiares e organizacionais. A Constelação Sistêmica Familiar possibilita a conscientização do papel e da forma que as pessoas estão enredadas dentro do sistema familiar e empresarial, atuando nos processos de “desemaranhamento” e harmonização de vínculos em famílias e organizações.
O trabalho sistêmico empresarial permite uma visão clara e objetiva dos emaranhados dentro de empresas, organizações, comércios, consultórios, departamentos etc. No campo sistêmico é possível verificar as origens dos conflitos e experienciar novas soluções, possibilitando uma melhor dinâmica de funcionamento para a empresa.
Esta abordagem traz vantagens especiais quando comparada com outras formas de terapia, como a rapidez, a profundidade e a simplicidade com que se processa.

Docente / Consteladora Sistêmica:
Ana Lucia Braga
Terapeuta de Constelações Sistêmicas
Terapeuta Corporal Neo Reichiana
Psicopedagoga Clínica e Institucional

Mini curriculum:
Constelações Sistêmicas em São Paulo, na primeira turma do médico e terapeuta Renato Shaan Bertate, realizando seminários com os terapeutas alemães: Mimansa Erica Farny, Mariane Franke e Hady Leitner.
Participou de seminário com o terapeuta alemão Jacob Schineider em 2001 E dos seminários de Bert Hellinger no Brasil, em 2005, 2006 e 2007, Belo Horizonte, Goiânia e Brasília, respectivamente. Participou dos I, II e III Treinamentos Avançados em Constelações Familiares, conduzidos por Bert Hellinger e Sophie Hellinger, em Águas de Lindóia – SP, em 2008 e 2009 e no México em 2011. Participou das Jornadas Internacionais de Pedagogia Sistêmica, no CUDEC, México, com enfoque em Bert Hellinger, com Bert e Sophie Hellinger, em 2012.
Terapia Corporal Neo Reichiana pelo Instituto Lúmen de Ribeirão Preto.
Psicopedagogia pelo Hospital das Clinicas – USP – Ribeirão Preto.
Mestrado pela Faculdade de Educação da UNICAMP, departamento de Psicologia.
Graduação pela Faculdade de Educação da UFRJ, Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Atuou como docente em todos os níveis de ensino (educação infantil, ensino fundamental, ensino médio e ensino superior). Atuou como coordenadora pedagógica em Educação infantil, no ensino fundamental e em educação especial.
Atua como terapeuta e facilitadora de grupos (terapêuticos, de estudos, de pais), desde 1988, e como consteladora sistêmica desde 2004.
Realiza atendimentos individuais e grupais no consultório desde 1988, como psicopedagoga e terapeuta de adultos.

www.analuciabragaconstelacao.com.br
Inscrições nos telefones: 16-30215490 32353338 32353339 ou 99947224
Ou por email: anaabbraga@gmail.com

Curso Vivencial – Treinamento em Constelações Sistêmicas

VAGAS LIMITADAS

 

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CURSO DE GENOGRAMA E FOTOGRAFIA

GENOGRAMA E FOTOGRAFIA

 

ANA LUCIA BRAGA E CESAR MULATI

 

GENOGRAMA E FOTOGRAFIA é um curso que tem como objetivo a criação de Genogramas a partir de uma prática diferenciada e inovadora que tem na FOTOGRAFIA uma ferramenta alternativa para a construção dos mesmos.  Através de orientações teórico-práticas, cada participante terá oportunidade de produzir seu próprio GENOGRAMA e posteriormente, participar de movimentos sistêmicos e/ou de constelações familiares originados pelos mesmos.

 

Genograma é uma representação gráfica, imagética e simbólica da família. Como em uma constelação familiar, nele são representados o grau de parentesco, padrões de comportamento e, entre tantos outros aspectos, padrões sistêmicos de funcionamento de uma família.

Com o auxílio das constelações familiares, dos movimentos sistêmicos e a partir das informações que vão sendo geradas por essa poderosa ferramenta, é possível criar movimentos curadores no âmbito da família.

 

Fotografia é uma linguagem universal, que por ser a materialização do olhar, é acessível a todos que contemplam e observam visualmente o mundo ao seu redor. A partir do descondicionamento desse olhar, muitas vezes cristalizado pela aspereza dos tempos, podemos trabalhar o lúdico, o simbólico, o experimental e que, nesse processo terapêutico, pode auxiliar nas informações acerca da família.

 

Pretende-se iniciar a construção do genograma pessoal, utilizando, além das informações trazidas pelo aluno, imagens “capturadas” em incursões fotográficas sob orientação do fotógrafo e professor Cesar Mulati. Essas incursões farão parte do processo de formação dos Genogramas que serão orientados, assim como os movimentos sistêmicos, pela terapeuta e consteladora Ana Lucia Braga.

Não trabalharemos com fotografias de família, mas construiremos as imagens da família, a partir das fotos tiradas no sítio.

 

Este trabalho será realizado em duas partes, com 15 horas cada, no Sitio das Acácias, onde os participantes ficarão hospedados durante o evento.  O valor do investimento que contém as duas partes é de 1.300 reais, que pode ser dividido em três vezes: fevereiro, março e abril.

Trata-se de um trabalho novo e ousado.

Venha participar conosco.

 

FACILITADORES: ANA LUCIA BRAGA & CESAR MULATI

LOCAL: SÍTIO DAS ACÁCIAS

DATAS: 05 e 06 DE MARÇO

              02 e 03 DE ABRIL

HORÁRIO: SÁBADO 9 ÀS 19 HORAS E DOMINGO DAS 9 ÀS 15 HORAS

INVESTIMENTO: R$ 1.300 (TRÊS DE R$ 433,00, FEVEREIRO, MARÇO E ABRIL. OU DUAS DE R$ 650,00 EM MARÇO E ABRIL)

 

INCLUÍDAS HOSPEDAGEM E ALIMENTAÇÃO

 

CONTEÚDO: 1ª. PARTE –   O GENOGRAMA

                                                DESCONDICIONAMENTO DO OLHAR

                                                FOTOGRAFAR

                                                SELECIONAR E IMPRIMIR

                                                MONTAR O GENOGRAMA

                                                INÍCIO DAS LEITURAS DOS GENOGRAMAS

 

2ª. PARTE – 

COMPLEMENTAÇÃO DOS GENOGRAMAS

CONTINUAÇÃO DA LEITURA DOS GENOGRAMAS FOTOGRAFADOS

MOVIMENTOS SISTÊMICOS E/OU CONSTELAÇÕES FAMILIARES

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